quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias afirma que o Livro de Mórmon é um volume de escrituras sagradas comparável à Bíblia. É um registro da comunicação de Deus com três grupos de pessoas que migraram do Oriente Médio ou da Ásia Ocidental para as Américas centenas de anos antes da chegada dos europeus. Embora o propósito principal do Livro de Mórmon seja mais espiritual do que histórico, algumas pessoas acreditam que as migrações nele descritas sejam compatíveis com estudos científicos da América antiga. A discussão tem-se centralizada no campo da genética populacional e no desenvolvimento da ciência do DNA. Alguns argumentam que as migrações mencionadas no Livro de Mórmon não ocorreram porque a maioria do DNA identificado naquela data em povos nativos modernos é mais semelhante ao de populações orientais asiáticas. Princípios básicos da genética populacional sugerem a necessidade de uma abordagem mais cuidadosa dos dados. As conclusões da genética, assim como as de qualquer ciência, são provisórias, e muito trabalho continua a ser feito para se compreender plenamente a origem das populações nativas das Américas. Nada é conhecido sobre o DNA dos povos do Livro de Mórmon, e mesmo que seu perfil genético fosse conhecido, há boas razões científicas para crer que ele pode continuar a não ser detectado. Pelos mesmos motivos, argumentos que alguns defensores do Livro de Mórmon fazem com base em estudos de DNA também são especulativos. Em suma, os estudos de DNA não podem ser usados como decisivos para confirmar ou rejeitar a autenticidade histórica do Livro de Mórmon. Os Antepassados dos Índios Americanos As provas reunidas até hoje sugerem que a maioria dos nativos americanos possui muito do DNA asiático. Os cientistas supõem que em uma época que antecedeu os relatos do Livro de Mórmon, um grupo relativamente pequeno de pessoas migrou do nordeste asiático para as Américas por meio de uma ponte de Terra que conectava a Sibéria ao Alasca. Essas pessoas, dizem os cientistas, espalharam-se rapidamente para preencher as Américas do Norte e do Sul e provavelmente foram os principais antepassados dos índios americanos modernos. O Livro de Mórmon fornece pouca informação direta sobre o contato cultural entre os povos que descreve e outros que podem ter vivido nas proximidades. Consequentemente, a maioria dos primeiros santos presume que asiáticos orientais ou ocidentais como Jarede, Leí, Muleque e seus companheiros foram os primeiros ou os maiores ou até mesmo os únicos grupos a se estabelecerem nas Américas. Com base nessa suposição, os críticos insistem que o Livro de Mórmon não permite a presença de outras grandes populações nas Américas e que, portanto, o DNA de orientais deveria ser identificado com facilidade entre grupos nativos modernos. O Livro de Mórmon em si, no entanto, não professa que os povos que descreve eram os habitantes predominantes ou exclusivos das terras que ocuparam. Na verdade, pistas culturais e demográficas em seu texto aludem a presença de outros grupos. Na Conferência Geral de abril de 1929, o Presidente Anthony W. Ivins, da Primeira Presidência advertiu: “Precisamos ser cuidadosos ao tirar conclusões. O Livro de Mórmon (…) não nos diz que não havia ninguém aqui antes deles [os povos que descreve]. Não significa que não vieram povos para cá depois disso”. Joseph Smith parece ter sido aberto à ideia de migrações não descritas no Livro de Mórmon, e muitos santos líderes e estudiosos do século passado descobriram que o relato do Livro de Mórmon era totalmente condizente com a presença de outras populações estabelecidas. A atualização de 2006 da introdução do Livro de Mórmon reflete esse entendimento, declarando que os povos do Livro de Mórmon estavam “entre os antepassados dos índios americanos”. Nada é conhecido sobre a extensão do casamento e a mistura genética entre os povos do Livro de Mórmon ou seus descendentes e outros habitantes das Américas, embora algumas misturas parecem evidentes, mesmo durante o período coberto pelo texto do livro. O que parece claro é que o DNA dos povos do Livro de Mórmon provavelmente representavam apenas uma fração de todo o DNA da América antiga. Encontrar e claramente identificar seu DNA hoje pode ser pedir mais do que a ciência da genética é capaz de oferecer. Entender a Evidência Genética Uma breve revisão dos princípios básicos da genética ajudarão a explicar como os cientistas usam o DNA para estudar populações antigas. Também irá destacar a dificuldade de se tirar conclusões sobre o Livro de Mórmon com o estudo da genética. DNA -- o conjunto de instruções para a edificação e manutenção da vida -- encontra-se no núcleo de quase todas as células humanas. Ele é organizado em 46 unidades chamadas cromossomos -- 23 recebidas de cada um dos pais. Esses cromossomos contêm cerca de 3,2 bilhões de instruções. Quaisquer duas pessoas compartilham aproximadamente 99,9% da sua disposição genética, mas milhares de pequenas diferenças são responsáveis por uma enorme variação entre as pessoas. As variações genéticas são iniciadas por meio do que os geneticistas chamam mutação aleatória. As mutações são erros que ocorrem quando o DNA é copiado durante a formação de células reprodutivas. Essas mutações acumulam-se ao longo do tempo, enquanto são passadas de geração em geração, resultando em perfis genéticos únicos. O padrão de herança dos primeiros 22 pares de cromossomos (chamados autossomos) é caracterizado por embaralhamento contínuo: metade do DNA tanto do pai como da mãe se recombinam para formar o DNA de seus filhos. O par 23 de cromossomos determina o sexo de uma criança (XY para alguém do sexo masculino, XX para o feminino). Uma vez que somente os homens têm o cromossomos Y, um filho herda este cromossomo em sua maioria intacto de seu pai. As células humanas também têm DNA em um componente da célula chamado mitocôndria. O DNA mitocondrial é relativamente pequeno -- contendo aproximadamente 17.000 instruções -- e é herdado, em grande parte intacto da mãe. O DNA mitocondrial da mãe é passado a todos os seus filhos, mas apenas suas filhas irão passar seu DNA mitocondrial para a próxima geração. O DNA mitocondrial foi o primeiro tipo de DNA a ter a sequência identificada e, assim, o primeiro que os geneticistas usaram para estudar as populações. Visto que a tecnologia tem melhorado, a análise do DNA autossômico permitiu aos geneticistas realizar estudos sofisticados envolvendo combinações de vários marcadores genéticos. Os geneticistas populacionais tentam reconstruir a origem, migrações e relacionamentos das populações usando amostras de DNA antigas e modernas. Examinando dados disponíveis, os cientistas identificaram combinações de mutação que distinguem as populações em diferentes regiões do mundo. Os perfis de DNA mitocondrial e cromossomo Y únicos são chamados haplogrupos. Os cientistas designam esses haplogrupos com letras do alfabeto. No momento, o consenso científico assume que pertence a grande maioria dos nativos americanos pertence a sub-ramos dos haplogrupos C e Q do cromossomo Y e que os haplogrupos de DNA mitocondriais A, B, C, D e X, todos os que são predominantemente asiáticos orientais. , mas o quadro não é inteiramente claro. Estudos contínuos fornecem novos pontos de vista, e alguns desafiam conclusões anteriores. Por exemplo, um estudo de 2013 declara que, cerca de um terço do DNA dos nativos americanos se originou no passado na Europa ou Ásia Ocidental e provavelmente foi introduzido na herança genética antes da migração mais antiga das Américas. Esse estudo pinta um quadro mais complexo do que o sugerido pela opinião predominante, de que o DNA de todos os nativos americanos é essencialmente do leste asiático. Enquanto os marcadores de DNA do oriente existem no DNA de populações nativas modernas, é difícil determinar se elas são o resultado das migrações anteriores a Colombo, como os descritos no Livro de Mórmon, ou se eles se derivam da mistura genética que ocorreu após a conquista europeia. Isso se deve em parte ao fato de que o “relógio molecular”, usado pelos cientistas para datar a aparência dos marcadores genéticos nem sempre são precisos o suficiente para identificar o momento em que as migrações ocorreram como recentemente, em algumas centenas ou até mesmo alguns milhares de anos atrás. Os cientistas não descartam a possibilidade de migrações adicionais, em pequena escala para as Américas. Por exemplo, uma análise genética feita em 2010 de um paleo-esquimó bem preservado de 4.000 anos de idade na Groenlândia levou cientistas à hipótese de que um grupo de pessoas além do leste da Ásia havia migrado para a América. Comentando sobre esse estudo, o geneticista populacional Marcus Feldman da Universidade de Stanford disse: “Modelos que sugerem uma migração única geralmente são considerados sistemas idealizados. (…) Pode ter havido pequenas quantidades de migrações acontecendo há milênios”. O Efeito Fundador Um dos motivos de ser difícil de usar as evidências de DNA para chegar a conclusões definitivas sobre os povos do Livro de Mórmon é que nada é conhecido sobre o DNA que Leí, Saria, Ismael e outras pessoas trouxeram para as Américas. Mesmo que geneticistas tivessem um banco de dados do DNA que agora existe entre todos os grupos de índios americanos modernos, seria impossível saber exatamente o que procurar. É possível que cada membro das partes que emigraram descritas no Livro de Mórmon tivesse um DNA típico do oriente, mas também é possível que algumas delas carregassem DNA mais típicos de outras regiões. Neste caso, seus descendentes poderiam herdar um perfil genético que seria inesperado devido ao lugar de origem da família. Esse fenômeno é chamado de o efeito fundador. Considere a possibilidade do caso do Dr. Ugo A. Perego, um geneticista populacional SUD. Sua genealogia confirma que ele vem de múltiplas gerações de italianos, mas o DNA de sua linhagem genética paterna é de um ramo dos asiáticos/nativos americanos do haplogrupo C. Isso provavelmente significa que, em algum lugar ao longo da linha, um evento migratório da Ásia para a Europa levou a introdução do DNA atípico do lugar de origem de Perego. Se Perego e sua família fossem colonizar uma massa de terra isolada, futuros geneticistas que realizassem um estudo dos cromossomos Y dos seus descendentes poderiam concluir que os colonizadores de massa de terra eram da Ásia, em vez de Itália. Essa história hipotética mostra que conclusões sobre a genética de uma população devem ser informadas por um claro entendimento do DNA dos fundadores da população. No caso do Livro de Mórmon, informações claras desse tipo não estão disponíveis. Gargalo da População e Deriva Genética As dificuldades não terminam com o efeito fundador. Mesmo se com um alto grau de certeza de que os emigrantes descritos no Livro de Mórmon tinham o que poderia ser considerado tipicamente o DNA do oriente, é bem possível que seus marcadores de DNA não sobreviveriam nos séculos que se seguiram. Princípios bem conhecidos de cientistas, incluindo o gargalo da população e a deriva genética, muitas vezes levam à perda de marcadores ou fazem com que esses marcadores sejam quase impossíveis de se detectar. Gargalo da População O gargalo da população é a perda de variação genética que ocorre quando uma catástrofe natural, doença epidêmica, uma grande guerra ou outras calamidades resultam na morte de uma parte substancial de uma população. Esses eventos podem severamente reduzir ou eliminar totalmente certos perfis genéticos. Nesses casos, uma população pode recuperar a diversidade genética ao longo do tempo por meio de mutação, mas muito da diversidade que existia anteriormente é irremediavelmente perdida. Ilustração de gargalo da população. Devido a uma drástica redução na população, alguns perfis genéticos (representados aqui pelos círculos amarelos, laranja, verdes e roxos), estão perdidos. As gerações subsequentes herdaram somente o DNA dos sobreviventes. Além da guerra catastrófica no final do Livro de Mórmon, a conquista Europeia das Américas no século XV e XVI causou uma cadeia cataclísmica de eventos. Como resultado da guerra e da propagação de doenças, muitos grupos de americanos nativos passaram por perdas de população devastadoras. Um antropólogo molecular observou que a conquista “espremeu toda a população ameríndia por meio de um gargalo genético”. Encerrou, dizendo: “Esta redução da população mudou para sempre a genética dos grupos sobreviventes, complicando assim todas as tentativas de reconstruir a estrutura genética pré-colombiana da maioria dos grupos do Novo Mundo”. Deriva Genética A deriva genética é a perda gradual de marcadores em pequenas populações devido a acontecimentos aleatórios. Uma ilustração simples costuma ser usada para ensinar esse conceito: Encha uma jarra com bolinhas de 20 gude -- 10 vermelhas e 10 azuis. O jarro representa uma população e as bolinhas de gude representam as pessoas com diferentes perfis genéticos. Desenhe uma bola de gude ao acaso da população, registre sua cor e coloque-a de volta na jarra. Cada desenho representa o nascimento de uma criança. Desenhe 20 vezes para simular uma nova geração no seio da população. A segunda geração poderia ter um número igual de cada cor, mas o mais provável terá um número ímpar das duas cores. Antes de desenhar uma terceira geração, ajuste a proporção de cada cor na jarra que reflitam a nova mistura de perfis genéticos na piscina de genes. Ao continuar o desenho, a mistura agora desigual leva cada vez mais a desenhos da cor dominante. Ao longo de várias gerações, essa “mudança” em relação uma única cor quase sempre resultará no desaparecimento da outra cor. Ilustração de deriva genética usando bolinhas coloridas. Este exercício ilustra o padrão de herança do material genético ao longo de várias gerações e mostra como a deriva pode resultar na perda de perfis genéticos. O efeito da deriva é principalmente percebido em populações pequenas, isoladas ou em casos em que um pequeno grupo que carrega um perfil genético distinto se mistura com uma população muito maior de uma linhagem diferente. Um estudo realizado na Islândia combinando dados genealógicos e genéticos demonstra que a maioria das pessoas que viviam naquele país hoje herdaram DNA mitocondrial apenas de uma pequena porcentagem das pessoas que viviam lá há apenas 300 anos. O DNA mitocondrial da maioria dos islandeses vivos naquela época simplesmente não sobreviveu aos efeitos aleatórios da deriva. É concebível que grande parte dos povos do DNA do Livro de Mórmon não tenha sobrevivido pelo mesmo motivo. A deriva genética afeta particularmente o DNA mitocondrial e do cromossomo Y, mas também leva à perda de variação do DNA autossômico. Quando uma pequena população mistura-se com uma grande, combinações de marcadores autossômicos típicos do grupo menor rapidamente se tornam sobrecarregados ou sufocados por aqueles do maior. Os marcadores do grupo menor logo tornam-se raros na população combinada e podem ser extintos devido aos efeitos da deriva genética e gargalos conforme descrito acima. Além disso, o embaralhamento e recombinação do DNA autossômico de geração em geração produz novas combinações de marcadores em que o sinal genético predominante provém da maior população original. Isso pode fazer as combinações de marcadores característica do grupo menor estejam tão diluídas que não podem ser identificados com segurança. Os autores de um jornal de 2008 da American Journal od Physical Anthropology [Jornal Americano de Antropologia Física] resumiu o impacto dessas forças sucintamente: “A deriva genética tem sido uma força significativa [na genética de nativos americanos] e, juntamente com um acidente populacional após o contato com os europeus tem alterado as frequências do haplogrupo e causou a perda de muitos haplótipos.” Os perfis genéticos podem ser inteiramente perdidos e as combinações que tenham existido podem tornar-se tão diluídas que sejam difíceis de detectar. Assim, partes de uma população de fato podem estar relacionados genealogicamente a uma pessoa ou grupo, mas não possuir o DNA que possa ser identificado como pertencentes a esses antepassados. Em outras palavras, os nativos americanos cujos antepassados incluem os povos do Livro de Mórmon podem não ser capazes de confirmar o relacionamento pelo uso do DNA. Conclusão Por mais que críticos e defensores do Livro de Mórmon desejem usar estudos de DNA para apoiar seu ponto de vista, a prova é simplesmente inconclusiva. Nada é conhecido sobre o DNA dos povos do Livro de Mórmon. Mesmo que essas informações fossem conhecidas, processos como gargalo da população e a deriva genética tornam improvável que o DNA deles possa ser detectado hoje. Como o Élder Dallin H. Oaks do Quórum dos Doze Apóstolos, observou, “é nossa posição que nenhuma prova secular pode nem provar refutar a autenticidade do Livro de Mórmon”. Os historiadores do Livro de Mórmon estavam preocupados principalmente com a transmissão de verdades religiosas e com a preservação da herança espiritual de seu povo. Eles oraram para que, apesar da destruição profetizada da maior parte de seu povo, seus registros fossem preservados e um dia ajudariam a restaurar o conhecimento da plenitude do evangelho de Jesus Cristo. Sua promessa a todos os que estudam o livro “com um coração sincero e com real intenção, tendo fé em Cristo”, é que Deus “manifestará a verdade dele, pelo poder do Espírito Santo”. Para inúmeras pessoas que aceitaram esse teste de autenticidade do livro, o Livro de Mórmon é um volume de escrituras sagradas com o poder de aproximá-las de Jesus Cristo. A Igreja reconhece a contribuição de estudiosos para o conteúdo científico apresentados neste artigo; seu trabalho é usado com permissão.

terça-feira, 12 de abril de 2016

Apresentação simples sobre a igreja mormon (SUD)

Quem são os mórmons?

Quem são os mórmons? Saiba mais sobre eles neste vídeo.

Publicado por mormonsud.net em Terça, 20 de outubro de 2015

quarta-feira, 23 de março de 2016

Os Mórmons (SUDs) e a vida Alienígena.

Uma grande pergunta sempre pairou sobre a humanidade, pelo menos no que diz respeito a humanidade moderna, sim, a grande questão tem sido: "Estamos sozinhos?"...
Vamos tentar entender o que os mórmons(SUDs) pensam a respeito de um assunto tão controverso.
Iniciemos pela lógica, já paramos para pensar na imensidão da criação...? Vejam só, hoje mesmo com toda a tecnologia que os homens possuem, ainda assim demoram 3dias para chegarem a lua, a uma velocidade de aproximadamente 30.000km/h,  já para se chegar a Marte, o planeta mais próximo da Terra, se demoraria entre 150 e 300dias usando como base a mesma velocidade relatada anteriormente. Já pararam para pensar como é longe??? E não podemos nos esquecer que essa é a distância entre a Terra e seu planeta vizinho mais próximo, imaginemos qual a distância de nosso vizinho mais longínquo, ou ainda, da galaxia mais próxima, ou pior, da mais distante!!! As distâncias são tão absurdas, que os cientistas criaram uma outra nomenclatura que não kilometros ou milhas para falarmos de distâncias espaciais, pois caso usássemos esses parâmetros, os números de tão grandiosos seriam bizarros, então resolveram instituir uma nomenclatura espacial conhecida como anos luz, para termos uma noção do tamanho da criação espacial, precisamos saber que um ano luz corresponde a 
9,46 trilhões de kms, e que a galaxia mais próxima da Via Láctea (ou seja, a nossa), fica a 2,54 milhões de anos-luz de distância da Terra, conhecida como Andromeda. Deu para ter uma noção do tamanho das coisas lá fora, não é mesmo???
Vamos partir deste principio, ou seja, de que a criação não é grande, mas sim infinita (de acordo com os padrões humanos), e vamos falar sobre uma teoria conhecida como "TEORIA DAS AMOSTRAGENS", que nada mais é do que: "...um estudo das relações existentes entre uma população e as amostras dela extraídas.". Para ficar mais claro vamos dar um exemplo: - Digamos que tenhamos uma fabrica de parafusos, e que sua produção diária é de 100.000unidades, como podemos saber  se essas unidades estão mantendo seu padrão de produção e qualidade? ? Isso mesmo, fazendo uma amostragem de medidas, pois seria inviável medir todas as peças, pois tornaria o serviço mais lento e oneroso, e a amostragem nos dá uma ideia muito próxima, da realidade, ou seja, faremos alguns estudos para sabermos de quantas em quantas peças precisaremos medir para não corrermos o risco de termos problemas com as medidas padrão e com a qualidade do produto de um lote de 100.000 peças. E porque será que esse procedimento deve ser adotado? Não bastaria regular o maquinário na produção da primeira peça, conferir suas medidas após a peça pronta, e fazer as 99.999 outras que sairiam iguais? A resposta é simples, não bastaria, pois existem anomalias no caminho desta produção, que faz, com que de tempos em tempo as peças saiam dos padrões estabelecidos inicialmente. Sendo assim, dentro de uma amostragem, nós sempre iremos encontrar os mesmos padrões, inclusive as variações de padrões serão parecidas, devido ser sempre a mesma periodicidade de acompanhamento. Agora vamos lá, onde queremos chegar com toda essa explicação? Queremos mostrar que em toda construção, produção, ou porque não CRIAÇÃO em larga escala, os padrões tendem a serem mantidos e repetidos... Vamos transferir esses pensamentos para o nivel da criação espacial. Olhemos a vastidão espacial, e seus inúmeros planeta, estrelas, galaxias, etc. Não foi mantido um certo padrão? Geralmente as galaxias não possuem formatos semelhante umas as outras, os corpos celestes não são todos meio arredondados, as estrelas geralmente não são formadas por gases, não existem muitos outros planetas circundando outra estrelas parecendo sistemas como o nosso? Se pensarmos que existe um padrão da criação espacial, porque não creríamos que ocorreu uma "VARIAÇÃO" semelhante a que aconteceu na Terra, sim, variação que propiciou as condições ideias para o surgimento da vida? Exatamente como ocorre variações em qualquer tipo de produção em larga escala, e que se repete de tempos em tempos, como pode apontar a teoria das amostragens?
Vamos partir deste principio, ou seja, de que a criação não é grande, mas sim infinita (de acordo com os padrões humanos), e vamos falar sobre uma teoria conhecida como "TEORIA DAS AMOSTRAGENS", que nada mais é do que: "...um estudo das relações existentes entre uma população e as amostras dela extraídas.". Para ficar mais claro vamos dar um exemplo: - Digamos que tenhamos uma fabrica de parafusos, e que sua produção diária é de 100.000unidades, como podemos saber  se essas unidades estão mantendo seu padrão de produção e qualidade? ? Isso mesmo, fazendo uma amostragem de medidas, pois seria inviável medir todas as peças, pois tornaria o serviço mais lento e oneroso, e a amostragem nos dá uma ideia muito próxima, da realidade, ou seja, faremos alguns estudos para sabermos de quantas em quantas peças precisaremos medir para não corrermos o risco de termos problemas com as medidas padrão e com a qualidade do produto de um lote de 100.000 peças. E porque será que esse procedimento deve ser adotado? Não bastaria regular o maquinário na produção da primeira peça, conferir suas medidas após a peça pronta, e fazer as 99.999 outras que sairiam iguais? A resposta é simples, não bastaria, pois existem anomalias no caminho desta produção, que faz, com que de tempos em tempo as peças saiam dos padrões estabelecidos inicialmente. Sendo assim, dentro de uma amostragem, nós sempre iremos encontrar os mesmos padrões, inclusive as variações de padrões serão parecidas, devido ser sempre a mesma periodicidade de acompanhamento. Agora vamos lá, onde queremos chegar com toda essa explicação? Queremos mostrar que em toda construção, produção, ou porque não CRIAÇÃO em larga escala, os padrões tendem a serem mantidos e repetidos... Vamos transferir esses pensamentos para o nivel da criação espacial. Olhemos a vastidão espacial, e seus inúmeros planeta, estrelas, galaxias, etc. Não foi mantido um certo padrão? Geralmente as galaxias não possuem formatos semelhante umas as outras, os corpos celestes não são todos meio arredondados, as estrelas geralmente não são formadas por gases, não existem muitos outros planetas circundando outra estrelas parecendo sistemas como o nosso? Se pensarmos que existe um padrão da criação espacial, porque não creríamos que ocorreu uma "VARIAÇÃO" semelhante a que aconteceu na Terra, sim, variação que propiciou as condições ideias para o surgimento da vida? Exatamente como ocorre variações em qualquer tipo de produção em larga escala, e que se repete de tempos em tempos, como pode apontar a teoria das amostragens?Bem, isso tudo até agora, foi estabelecido sobre os fundamentos da lógica, mas o que será que podemos extrair dos ensinamentos religiosos mórmons(SUDs) sobre isso?
Em uma da escrituras mórmons(SUDs), lemos o seguinte: "...E mundos incontáveis criei; e também os criei para meu próprio intento; e criei-os por meio do Filho, o qual é meu Unigênito..." (PGV Moises 1:33). Nessa escritura, não temos duvidas de que os mórmons(SUDs), através de suas escrituras, acreditam sim, que existam outras ovelhas em outros apriscos (JO 10:16).
Que fique aqui claro que não existe a crença na pluralidade de deuses, pois os mórmons(SUDs), adoram a um único Deus, e a Seu Filho a que enviou, e que a questão aqui seria a continuação infinita de reinos, ou seja, todos que um dia recebessem a mesma oportunidade e poder que Deus tem, ainda assim seriam seus filhos e responderiam a Ele sempre. Sendo assim, o grande, imenso e infinito espaço foi e está sendo criado para o proposito de se continuar a ter espaço para as atuais e futuras criações de Deus e de seus filhos deuses...
Além disso, como já foi tratado em postagem anterior deste blog, as doutrinas desta religião, ensinam que existe a possibilidade dos homens um dia se tornarem deuses, semelhante ao Seu Criador (Gen 1:26) , e que esses mesmos teriam também a necessidade de geraram filhos espirituais e de dar a eles a oportunidade de habitarem em tabernáculos de carne, para serem provados e testados rumo a evolução eterna, com o proposito de um dia também serem semelhantes a seus deuses(Salmos 82:1,6)


sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

Benção Patriarcal. (O que é, e para que serve???)

    Existe entre os "líderes" da igreja mórmon (SUD), um "cargo" (que ´na verdade não é nomeado de cargo mas sim de chamado, como todos os outros nesta igreja) com o nome de PATRIARCA, esse chamado é vitalicio, e o irmão que o recebe o leva para a vida inteira... ele também possui jurisdição, que é limitada com as fronteiras da ESTACA em que este homem habita, ou seja, só possui autoridade para abençoar os membros da igreja que habitam nos limites de sua estaca, sendo assim, podemos concluir facilmente que sempre onde é possível, cada estaca possui seu próprio PATRIARCA.
    Apesar de não ser conhecido esse oficio entre outras religiões cristãs, ele foi amplamente utilizado na história doutrinária através dos ensinamentos bíblicos, sejam do velho ou do novo testamento (Atos2:29 , Gen49:1-28)
    Sua principal, unica e maravilhosa função, é proferir bençãos sob a cabeça de cada irmão que deseje recebe-la. Essa benção, por ser realizada por um homem com um cargo de nome PATRIARCA, recebe como nome BENÇÃO PATRIARCAL. Essa benção tem como objetivo, dar instruções provenientes de Deus diretamente a pessoa que a recebe. Na benção são proferidas palavras de alento, força e entendimento, palavras que trazem coragem para que as pessoas que trilham o caminho, o faça até o fim. Nesta benção, os membros que a solicita recebem conhecimento de fatos ocorridos em sua vida pré-mortal (que pode ajudá-los a entender o motivo de coisas que ocorrem com eles na terra), de fatos que podem ocorrer em suas vidas mortais (que pode ajudar a terem animo para se esforçarem por receber), e de fatos de suas vidas imortais, ou, pós-mortais (que faz com que fique claro em suas mentes o motivo de lutarmos nesta vida contra as tentações e dificuldades, que é ter o proposito de habitar um reino melhor).
   A BENÇÃO PATRIARCAL, não é o destino predito por um homem, ou por Deus, e sim instruções que somente serão alcançadas, se, e somente se o recebedor dela se esforçar por cumprir os ensinamentos que as bençãos estão diretamente ligados (EX: é fato que se um aluno não estudar um minimo que seja para uma prova, as chances de ele se dar mal são enormes, assim como o contrário também é verdadeiro), sendo assim, a BENÇÃO PATRIARCAL expressa a pessoa que a recebe a vontade de Deus sobre ela, e o que ela precisaria fazer para alcança-la. Existe uma vontade de Deus geral a todos, que é, que todos nós sigamos seus ensinamentos e sejamos salvos, e a BENÇÃO PATRIARCAL não existe para contradizer ou afirmar isto, pois ela não fala sobre a vontade de NOSSO DEUS, condizente a seus filhos em geral, mas sim a cada um individualmente, e especificamente.
   A BENÇÃO PATRIARCAL,  é considerada como uma escritura individualizada, ou seja, é como se Deus tivesse feito uma escritura especifica para cada um de seus filhos, e sendo assim, a BENÇÃO PATRIARCAL de uma pessoa não estaria em sintonia com a vida de outra. Além disso ela é considerada extremamente sagrada, e não deve ser divulgada de maneira aberta, muito menos profanamente, mas é sim louvável, por motivos especiais e espirituais, compartilhar parte dela com pessoas as quais seu portador julgar ser necessário.
   Uma outra promessa que os cristãos recebem, é que através de Abraão, todas as famílias da terra seriam abençoadas (Gen28:14) , e a BENÇÃO PATRIARCAL cumpre parte desta profecia, dizendo a seu portador a qual tribo de Abraão ele foi anexado (alguns é revelado sua tribo sanguínea, ou de direito, e àqueles que não possuem este direito, também recebem está benção através da adoção de uma delas, sim, a tribo de EFRAIM).
  Vejam o que um Apostolo desta ultima dispensação falou a respeito desta benção:


O Significado de Uma Bênção Patriarcal, Jonh A. Widtsoe 


Estas bênçãos constituem possibilidades baseadas na dedicação fiel à causa da verdade. Devem ser merecidas, do contrário não passarão de vãs palavras. Certamente. alcançam seu principal valor quando se empregam como ideais, como possibilidades particulares que procuramos realizar durante nossa vida. O Sacerdócio é ofendido quando se considera o patriarca um adivinho; ele somente indica os dons que o Senhor quer nos dar, se trabalhamos por eles. Ajuda-nos, indicando a meta divina que podemos alcançar, se pagarmos o preço.


Esta bênção, dada com o espírito de amor paternal e selada sobre nós com a autoridade do Sacerdócio, chega a ser uma força em nossa vida e um consolo em nossos dias. É uma mensagem que, se lida e honrada devidamente, chegará a ser uma âncora nos dias tempestuosos, nosso ânimo em dias nublados. Expressa nosso destino exato aqui e na outra vida se vivermos de acordo com a lei; e durante o curso de nossa vida fortalece nossa fé e nos conduz à verdade.

Aqueles que buscam a bênção patriarcal devem solicitá-la com fé na realidade do poder do Sacerdócio. Devem buscá-la com o desejo sincero de chegar a ser, por meio das bênçãos, mais completamente felizes em suas vidas e mais perfeitamente úteis no obra do Senhor. E presume-se que devem qualificar-se para receber suas bênçãos confirmando em suas vidas a realidade do Evangelho. A pessoa impura ou desobediente deve purificar-se e aprender a ser obediente antes de se dirigir ao patriarca. Somente nestas condições a pessoa pode esperar conhecer a vontade do Senhor.

A bênção patriarcal deve ser lida e relida. Deve dar-se-lhe utilidade na vida e deve ser feita com fé nas bênçãos espirituais. 

A bênção patriarcal é um dom do Senhor. Deve-se ter presente o propósito com o qual foi solicitada. Deve-se ler com consideração inteligente, levando-se em conta o seu significado. Deve-se fixar a atenção no significado primordial da bênção, de maneira mais exata em determinadas sentenças. Não deve haver dúvida alguma a respeito do tempo ou lugar em que há de se cumprir a promessa, nem acerca do homem que a expressou. Assim como se deu a bênção por intermédio da inspiração do Senhor, de igual maneira, o mesmo poder revelará o seu significado; o seu cumprimento se verificará de acordo com a vontade do Senhor. Sobretudo sempre se deve recordar que toda bênção depende de nossa fidelidade. Examinemos nossas vidas de vez em quando para nos inteirarmos se estamos vivendo de tal maneira que mereçamos as bênçãos prometidas. Não há dúvida, de que nossas bênçãos patriarcais, se lhes dermos o devido respeito, poderão ser uma fonte de ajuda divina na viagem da vida.

Diremos ainda que as sagradas bênçãos patriarcais são de natureza pessoal. Não se deve comentá-la ou mostrá-la indiscretamente; deve ser lida freqüentemente e devemos meditar a seu respeito para o nosso próprio benefício. É por esta razão que cada pessoa recebe uma cópia de sua bênção.

Visto que os patriarcas são apenas homens, estão sujeitos às debilidades humanas. Sua maneira de falar e pensar refletem na bênção que pronunciam. Dois homens diferentes expressam a mesma idéia com palavras diferentes. O Senhor não Ihes dita estas bênçãos, palavra por palavra. De igual maneira, o patriarca poderá ressaltar partes das bênção de acordo com a sua natureza ou desejo. No entanto, se o patriarca vive dignamente, terá o sustentáculo de seu poder e a autoridade de seu cargo e pronunciará as bênçãos designadas para nós. E se vivermos dignamente, compreendermos nossa bênção e descobriremos nala um significado profundo.

    

sábado, 14 de novembro de 2015

Joseph Smith, profeta ou farsante???

Desde 1820, muitos que são realmente participantes dos assuntos religiosos se perguntam todas as vezes que houvem falar do nome de Joseph Smith: - Será que realmente ele era um profeta , ou só mais um farsante?
 Vamos relembrar alguns fatos que podem nos ajudar a saber se ele sendo um farsante poderia enganar o mundo.
  Bem, precisamos antes de tudo lembrar que nesta época, ele era um menino de apenas 14 anos, e que em 1820, as coisas eram bem mais duras para um adolescente desta idade, digo isto, pois estamos acostumados nos dias de hoje com a altivez das crianças , mas se estudarmos um pouco mais os hábitos da época citada, veremos que antes não era assim, pois garotos desta idade não recebiam permissão para se quer participar das conversas de adultos, quanto mais  para tentar impor uma opinião sobre um assunto tão crucial, principalmente para época em questão, que era religião .
  Outro assunto pode nos deixar ainda mais intrigados sobre a história contado pelo jovem Joseph Smith, sim , como que mesmo depois de quase 200 anos, ninguém conseguiu levantar argumentos fortes e convincentes o bastante, para destruir a obra ou história de um jovem de apenas 14 anos? Claro que vários pontos já foram levantados a respeito de sua VISÃO , mas nada que tivesse força para abate-lá completamente, e tal fato já não parece grandioso demais?
  Como se o relatado anteriormente já não fosse o suficiente, ou seja, o fato de que por quase 200 anos, homens letrados tanto na ciência , quanto na religião, de números incontáveis tivessem tentado sem sucesso destruir por completo essa obra, ainda temos que lembrar de que Joseph Smith não só era apenas um menino, como também nunca havia sido instruído academicamente em nível avançado, muito pelo contrário, ele é sempre citado como iletrado, ou com pouquíssima instrução, até pelo fato de ser de uma família pobre, com muitos irmãos, que para terem condições de se alimentarem, vestirem, e até morarem com dignidade, precisavam trabalhar muito, o que tirava o tempo para os estudos. (Quem foi Joseph Smith? Um rapaz iletrado. Seria ele capaz de [estabelecer o reino de Deus]? Não, a menos que lhe fosse revelado por Deus. Pediu sabedoria a Deus e recebeu-a. Antes disso, sabia tanto dessas coisas quanto eu ou vocês. Foi Deus, e ninguém mais, quem fez isso. “Ele escolhe as coisas fracas desta Terra, as coisas vis e as que não são para aniquilar as que são, para que nenhuma carne se glorie perante ele”. [Ver I Coríntios 1:28–29.]. Extraído de ensinamentos dos Presidentes da Igreja John Taylor).
  Existem pelo menos 3 testemunhos de que esse jovem, aí já com cerca de 20 anos, possuía as placas de ouro, da qual relata ter traduzido o famoso é tão atacado Livro de Mórmon, as mesmas testemunhas que alegam que ele traduzia símbolos estranhos as suas vistas com tanta normalidade, que mesmo após uma parada para descanso ou refeição , ele retomava o trabalho de onde parou, sem precisar reler o final para entender o que antes havia sido escrito, sem que com isso a história perdesse o sentido. Essas testemunhas eram sua esposa LUCY MACK SMITH, o Sr. Oliver Cowdery e o Sr. Martin Harris, que serviram todos como escrevente de Joseph Smith, o interessante, é que dois desses nomes, mais precisamente os dois homens, se afastaram da igreja por um bom tempo, em que perseguidores aproveitaram para os interrogar e solicitar que desmentissem a história de Joseph Smith, o que seria bastante provável que o fizessem se realmente fosse mentirosa a história , ainda mais por terem sido banidos por erros cometidos, o que pode com certeza ter deixado mágoas em seus corações, magoas que poderia fazer com que retirassem seus testemunhos mesmo se a história fosse verdadeira, com o único propósito de prejudicar a Joseph que os afastou da história que ajudaram a divulgar. Mas não poderiam, pois o testemunho que receberam havia sido forte demais, e como eles mesmo relataram, disseram aos seus antigos perseguidores, e no momento em questão inquiridores, que sabiam o que tinham visto , e não podia negar. As escrituras bíblicas ensinam que pela boca de duas ou três testemunhas toda a verdade será confirmada (2cor13:1),  e não seria este o caso aqui? E se essas coisas são verdadeiras por serem confirmadas por mais de duas testemunhas, então não seremos obrigados a crer no que nelas estão escritos ? Olhem bem a escritura a seguir, e vejam o testemunho sobre o nome do profeta, mas leiam até o fim!!! (2Nefi3:6-15   Porque José verdadeiramente testificou, dizendo: O Senhor meu Deus levantará um vidente, que será um vidente escolhido para o fruto de meus lombos.
 Sim, José verdadeiramente disse: Assim me diz o Senhor: Um vidente escolhido levantarei eu do fruto de teus lombos. E gozará de grande estima entre o fruto de teus lombos. A ele ordenarei que faça um trabalho para seus irmãos, o fruto de teus lombos, que lhes será de grande benefício, levando-os a conhecer os convênios que fiz com teus pais.
 E dar-lhe-ei o mandamento de não fazer qualquer outro trabalho, exceto o que eu lhe ordenar. E fá-lo-ei grande a meus olhos, porque fará o meu trabalho.
 E ele será grande como Moisés, o qual eu disse que suscitaria para vós a fim de libertar meu povo, ó casa de Israel.
 10 E suscitarei Moisés para tirar teu povo da terra do Egito.
 11 Suscitarei, porém, um vidente do fruto de teus lombos e a ele darei poder para revelar minha palavra à semente de teus lombos — não somente para revelar a minha palavra, diz o Senhor, mas para convencê-los da minha palavra, que já lhes terá sido declarada.
 12 Portanto, o fruto de teus lombos escreverá; e o fruto dos lombos de Judá escreverá; e aquilo que for escrito pelo fruto de teus lombos e também o que for escrito pelo fruto dos lombos de Judá serão unidos, confundindo falsas doutrinas e apaziguando contendas e estabelecendo paz entre o fruto de teus lombos; e levando-os nos últimos dias a conhecerem seus pais e também meus convênios, diz o Senhor.
 13 E da fraqueza será tornado forte, no dia em que minha obra começar entre todo o meu povo para restaurar-te, ó casa de Israel, diz o Senhor.
 14 E assim profetizou José, dizendo: Eis que o Senhor abençoará esse vidente; e aqueles que procurarem destruí-lo serão confundidos, porque esta promessa que obtive do Senhor para o fruto de meus lombos será cumprida. Eis que estou certo do cumprimento desta promessa.
 15 E seu nome será igual ao meu (aqui quem fala é José, que possui o mesmo nome de Joseph) e será chamado pelo nome de seu pai (seu pai que aqui é citado na escritura seria o pai de Joseph, que cumpri essa escritura, por possuir o mesmo nome que ele, ou seja, Joseph Smith Senior). E ele será semelhante a mim; porque aquilo que o Senhor fizer através de sua mão, pelo poder do Senhor, levará meu povo à salvação.)
  Existem mais evidências de que Joseph Smith realmente foi chamado como o profeta restaurador, mas creio que se esses citados não forem suficientes , mas nenhum será ...